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Baixista fez parte da banda entre 1999 e 2001 e volta ao grupo para a The Last Hurrah Tour 2026
A decisão de convidar Tanaka foi anunciada pelo próprio L7 nas redes sociais. Segundo a banda, Jennifer Finch havia dado sua bênção para que Janis retornasse ao posto de baixista caso fosse necessário. O grupo também destacou a satisfação em reencontrar a musicista, que já havia participado de uma fase importante da história do L7.
Finch morreu em 18 de julho de 2026, aos 59 anos, após enfrentar uma forma agressiva de câncer no cérebro. A baixista foi integrante da formação clássica do L7 e participou de trabalhos fundamentais para a consolidação da banda na cena alternativa norte-americana dos anos 1990.
Antes de sua morte, Jennifer Finch já havia se afastado das apresentações finais planejadas pelo grupo para cuidar da saúde. De acordo com informações divulgadas na época, a própria artista havia pedido que as integrantes continuassem com os shows enquanto ela recebia tratamento.
Com a mudança, Janis Tanaka volta ao L7 25 anos depois de sua saída. Ela ocupou o baixo da banda entre 1999 e 2001, período posterior ao auge comercial do grupo, e agora reencontra Donita Sparks, Suzi Gardner e Dee Plakas para a nova série de apresentações. O site oficial do L7 também lista Tanaka entre as musicistas que já passaram pela função, ao lado de Finch e Gail Greenwood.
A The Last Hurrah Tour 2026 terá início em San Diego, na Califórnia, com apresentações nos dias 6 e 7 de outubro, antes de seguir por cidades dos Estados Unidos e do Canadá. Entre as paradas estão Phoenix, Austin, Dallas, Houston, Atlanta, Nova York, Boston, Toronto, Detroit, Chicago, Denver, Seattle e Vancouver. A programação termina em 14 de novembro, no The Wiltern, em Los Angeles.
A turnê havia sido planejada antes da morte de Finch e é tratada pelo L7 como parte de sua despedida dos palcos. A banda, formada em Los Angeles em 1985, voltou a se reunir em 2014 e lançou “Scatter the Rats”, seu último álbum de estúdio, em 2019.
A volta de Tanaka, portanto, marca uma nova configuração para os shows finais do L7, ao mesmo tempo em que mantém a história do grupo ligada a uma baixista que já havia ocupado o posto no fim dos anos 1990 e início dos anos 2000.

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