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| Foto: Taylor Hill / Getty Images for Boston Calling |
Guitarrista do Rage Against the Machine publicou vídeo nas redes sociais e associou a disputa eleitoral à defesa dos direitos dos trabalhadores, do meio ambiente e do combate ao fascismo
Tom Morello manifestou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno da eleição presidencial brasileira. Em vídeo publicado nas redes sociais, o guitarrista do Rage Against the Machine defendeu o voto no candidato e apresentou a disputa como uma batalha política em torno dos direitos da classe trabalhadora, da preservação ambiental e do enfrentamento ao autoritarismo.
Na mensagem, o músico afirmou que o mundo acompanha o cenário político brasileiro e argumentou que a escolha nas urnas vai além de uma eleição convencional. Morello também relacionou o apoio a Lula à resistência contra o que classificou como fascismo, oligarquia e exploração econômica.
“Brasil, o mundo está de olho. Esta não é apenas uma eleição, é uma batalha de linha de frente contra o fascismo e a oligarquia”, disse o artista.
O guitarrista também defendeu a dignidade dos trabalhadores e a proteção do meio ambiente, além de criticar a influência das elites corporativas. Ao final do vídeo, resumiu seu posicionamento com uma mensagem direta: “Vote em Lula e poder para o povo”.
Tom Morello e o ativismo político
Conhecido mundialmente por seu trabalho no Rage Against the Machine, Tom Morello construiu uma trajetória musical marcada pela combinação entre rock, rap, riffs de guitarra e posicionamento político. As letras e apresentações do grupo abordam temas como desigualdade social, racismo, imperialismo e relações de poder.
Fora dos palcos, o músico também utiliza sua visibilidade para se posicionar sobre questões sociais e políticas. A manifestação em favor de Lula segue essa linha de atuação, aproximando sua produção artística de debates sobre democracia, direitos trabalhistas e participação popular.
A declaração reforça como a eleição brasileira também repercute entre artistas internacionais que fazem do posicionamento político parte de sua identidade pública.

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