Roger Waters volta a questionar versão oficial do 11 de Setembro em entrevista a Tucker Carlson e pede nova investigação

Divulgação 

 Ex-integrante do Pink Floyd afirmou que os atentados de 2001 nunca foram alvo de uma investigação criminal independente e defendeu a reabertura do caso durante conversa de mais de uma hora

Roger Waters voltou ao centro de um debate internacional após conceder uma entrevista ao jornalista norte-americano Tucker Carlson, na qual questionou a versão oficial sobre os atentados de 11 de setembro de 2001 e defendeu a realização de uma nova investigação independente. Ao longo da conversa, publicada na última semana, o músico também abordou temas como guerras, política externa dos Estados Unidos, Oriente Médio e liberdade de expressão.

Logo no início da entrevista, Waters relembrou onde estava quando os ataques ocorreram e disse ter acompanhado os acontecimentos em tempo real enquanto gravava um disco em Londres. Segundo ele, o impacto foi imediato, mas, com o passar dos anos, passou a questionar diversos aspectos relacionados ao caso e à resposta do governo norte-americano.

Um dos principais pontos levantados pelo artista foi a alegação de que os atentados nunca teriam sido objeto de uma investigação criminal independente conduzida por um tribunal. Durante a conversa, Waters incentivou que o tema voltasse a ser discutido publicamente e afirmou que novas apurações poderiam esclarecer dúvidas que, segundo ele, permanecem sem resposta.

Na entrevista, o músico também mencionou questionamentos feitos ao longo dos anos por familiares de vítimas, engenheiros e outros grupos que contestam aspectos da narrativa oficial sobre os ataques. Essas alegações divergem das conclusões da Comissão do 11 de Setembro e de outras investigações conduzidas pelas autoridades dos Estados Unidos, que atribuíram os atentados à organização terrorista Al-Qaeda.

Além do tema envolvendo o 11 de Setembro, Waters voltou a criticar a política externa dos Estados Unidos, comentou os conflitos no Oriente Médio, falou sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia e reiterou suas críticas ao governo de Israel, assunto que tem marcado suas manifestações públicas nos últimos anos.

A participação no programa de Tucker Carlson repercutiu intensamente nas redes sociais. Enquanto alguns admiradores elogiaram a disposição do músico em abordar assuntos controversos, outros criticaram tanto sua participação no programa quanto as declarações feitas durante a entrevista, ampliando a polarização em torno de um artista conhecido por posicionamentos políticos contundentes.

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