Rolling Stones anunciam “Foreign Tongues”: novo álbum chega em julho, com participação final de Charlie Watts e convidados de peso como Paul McCartney

Capa do novo álbum da banda Rolling Stones (Nathaniel Mary Quinn/Divulgação) 

 Após campanha misteriosa global, banda liderada por Mick Jagger revela 25º disco de estúdio para 10 de julho, lança “In The Stars” e confirma colaborações com Paul McCartney, Robert Smith, Steve Winwood e Chad Smith

Os The Rolling Stones oficializaram nesta terça-feira (5) o lançamento de Foreign Tongues, seu 25º álbum de estúdio, previsto para 10 de julho de 2026, marcando uma nova fase criativa menos de três anos após Hackney Diamonds. O anúncio veio acompanhado do single “In The Stars”, já disponível nas plataformas, e reforça a impressionante longevidade da maior instituição do rock britânico, agora reunindo participações de Paul McCartney, Robert Smith, Steve Winwood e Chad Smith, além de incluir uma das últimas gravações de Charlie Watts.

Depois de semanas alimentando especulações com outdoors multilíngues, teasers sob o pseudônimo “The Cockroaches” e o lançamento limitado de “Rough and Twisted” em vinil, o trio formado por Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood confirmou oficialmente o projeto gravado em Londres, no Metropolis Studios, novamente sob produção de Andrew Watt. Com 14 faixas, o disco promete expandir a energia de Hackney Diamonds sem abandonar a essência clássica baseada em blues, rock e composição afiada. A arte da capa foi assinada por Nathaniel Mary Quinn, reforçando o posicionamento visual contemporâneo do grupo.

“In The Stars”, faixa de apresentação, chega como cartão de visitas para uma obra que mistura legado e renovação, apostando em riffs grandiosos, apelo radiofônico e o peso simbólico de reunir nomes históricos em torno da banda. O lançamento também amplia o impacto comercial da campanha, já impulsionada por ações virais e expectativa global entre fãs e crítica. Para além de nostalgia, Foreign Tongues posiciona os Stones como uma força ainda competitiva no mercado musical de 2026, reafirmando sua capacidade de transformar cada novo capítulo em evento cultural.

A chegada do álbum em julho recoloca o grupo no centro da indústria fonográfica e pode consolidar mais um marco para uma trajetória iniciada em 1962 — agora atravessando gerações com a mesma habilidade de provocar, reinventar e ocupar manchetes. Enquanto o mundo ouve “In The Stars”, cresce a expectativa sobre como o repertório completo dialogará com a despedida emocional de Charlie Watts e o futuro de uma das bandas mais influentes de todos os tempos.

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